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Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Tela dobrável do Z Fold 7 tem 8 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung lidera o mercado global de smartphones dobráveis com 64% de participação, enquanto a vice-líder Huawei tem 15%.
O Galaxy Z Fold 7 impulsionou o crescimento da Samsung, contribuindo para um aumento de 8 pontos percentuais nas vendas de dobráveis.
O segmento de dobráveis representa apenas 2,5% das vendas de smartphones, mas continua a crescer e inovar com modelos como o Galaxy Z TriFold e o Huawei Mate XT.

A Samsung teve um crescimento de 8 pontos percentuais nas vendas de smartphones dobráveis, chegando a 64% desse segmento do mercado e consolidando sua liderança. A vantagem sobre a segunda colocada é grande: a Huawei, que ocupa o posto, tem 15% de market share.

Os dados são da consultoria Counterpoint Research e dizem respeito ao terceiro trimestre de 2025. As comparações são relativas ao mesmo período de 2024.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Completando a lista, a Counterpoint apresenta Motorola (7%), Honor (4%), Vivo Mobile (4%) e Xiaomi (2%). Vale lembrar que a Vivo Mobile é a empresa chinesa que usa o nome Jovi no Brasil, sem nenhuma relação com a operadora.

Por que a Samsung cresceu tanto?

Segundo a consultoria, o crescimento se deve em grande parte ao lançamento do Galaxy Z Fold 7, em julho de 2025. O modelo trouxe uma construção com espessura menor que as gerações anteriores, o que reduz a sensação de estar segurando dois smartphones empilhados. Esse design caiu no gosto do público.

O sucesso foi tanto que puxou o setor de dobráveis como um todo: a categoria cresceu 14% na comparação entre o terceiro trimestre de 2025 e o de 2024. No Brasil, o Galaxy Z Fold 7 tem preço sugerido de R$ 14.599.

Qual o futuro dos dobráveis?

Mesmo assim, o segmento de dobráveis ainda tem muito caminho a percorrer para se tornar realmente popular. Os dados da Counterpoint apontam que esse formato responde por apenas 2,5% das vendas de smartphones.

Vale dizer que se trata de um produto relativamente recente e ainda com muito espaço para inovação. Nos últimos anos, vimos a chegada dos aparelhos “trifold”, compostos por três partes e duas dobradiças. Eles conseguem combinar no mesmo aparelho um tablet grande, de cerca de 10 polegadas, e um smartphone.

Um exemplo é o Huawei Mate XT, que permite três configurações (smartphone de 6,4”, tablet de 7,9” e tablet de 10,2”) e está à venda no Brasil por R$ 33 mil.

A Samsung se mexeu para não deixar esse terreno desocupado. A empresa sul-coreana apresentou o Galaxy Z TriFold no início de dezembro de 2025. Ele pode ser usado como smartphone de 6,5” ou tablet de 10”. O preço ainda não foi anunciado, mas deve passar os US$ 2 mil.

Com informações da Yonhap News Agency e do SamMobile
Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis
Fonte: Tecnoblog

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

Conheça os principais riscos de consumir conteúdos piratas na internet (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A pirataria digital é a distribuição, reprodução e uso de conteúdo digital protegido por direitos autorais sem a autorização dos criadores. Isso abrange desde filmes e músicas até softwares e jogos, caracterizando-se como uma violação legal.

As consequências dessa prática incluem perdas financeiras para criadores, desvalorizando o trabalho e reduzindo investimento em inovação e novas produções. Já os consumidores de produtos piratas perdem a garantia, suporte técnico e as atualizações oficiais.

A pirataria digital é considerada crime de violação de direitos autorais no Brasil, com penas que incluem detenção e multa. Além das implicações legais, o acesso a plataformas ilegais expõe o usuário a malwares, vírus e risco de roubo de dados pessoais.

A seguir, entenda melhor o que é pirataria digital, como ela funciona e suas consequências. Também saiba como essa ação ilegal prejudica indivíduos, empresas e a economia.

ÍndiceO que é pirataria digital?Como funciona a pirataria digital?Quais são as consequências da pirataria digital?Quais são os exemplos de pirataria digital?Como se proteger da pirataria digital?Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?É possível combater a pirataria digital?

O que é pirataria digital?

A pirataria digital é a reprodução, distribuição ou uso não autorizado de conteúdo digital protegido por direitos autorais, sem a permissão expressa ou pagamento ao criador. É um ato ilegal de roubo de propriedade intelectual, violando as leis de copyright e causando prejuízos financeiros significativos para os criadores e as indústrias.

Como funciona a pirataria digital?

A pirataria digital funciona com os infratores copiando e compartilhando ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais, como filmes e softwares, por meio da internet. Isso ocorre frequentemente por redes P2P (peer-to-peer), como BitTorrent, ou sites não autorizados de streaming.

Esses métodos permitem que as pessoas baixem ou assistam ao conteúdo digital sem pagar, contornando a distribuição oficial e as taxas de licenciamento. Os operadores lucram com isso usando anúncios, assinaturas premium ou até mesmo pedindo doações.

O sistema P2P descentraliza o compartilhamento, onde os usuários baixam arquivos de outros e, ao mesmo tempo, os distribuem para novas pessoas. Outras formas incluem sites de streaming não licenciados, serviços IPTV ilegais e links de download direto.

Torrent e redes P2P continuam sendo um dos principais meios de pirataria (imagem: Reprodução/AVG)

Quais são as consequências da pirataria digital?

A pirataria digital gera impactos sérios que se estendem por esferas legais, econômicas e de segurança para usuários, criadores e a economia global:

Responsabilidade legal: o ato pode resultar em multas pesadas e processos judiciais cíveis, podendo, em contextos comerciais, levar até mesmo a pena de prisão;

Riscos de segurança: consumir conteúdo pirata expõe o usuário a vírus e malwares, comprometendo a integridade a privacidade dos dados pessoais e corporativos;

Danos e riscos físicos: dispositivos modificados ou produtos de streaming piratas podem não seguir normas de segurança, apresentando mau funcionamento e até mesmo risco de incêndio;

Qualidade e suporte nulo: o material ilegal é frequentemente defeituoso, desatualizado e vem sem garantia ou qualquer acesso a suporte técnico ou atendimento ao cliente;

Conteúdo nocivo: sites não regulamentados expõem usuários, especialmente menores, a material explícito, violento ou inadequados, devido à ausência de filtros de segurança;

Perda de receita e empregos: a indústria criativa sofre perdas bilionárias em faturamento, freando o investimento e levando à demissão de profissionais nesses setores;

Inovação e criação limitadas: a diminuição do financiamento devido às perdas reduz o capital para a produção de novas obras e desacelera o avanço tecnológico na indústria;

Financiamento do crime: o ecossistema ilegal frequentemente atua como uma fonte de recurso estável que pode ser utilizada para financiar redes e grupos do crime organizado.

Pirataria digital é crime?

Sim, a pirataria digital é um crime cibernético no Brasil, tipificado pela violação de direitos autorais conforme o Artigo 184 do Código Penal. Essencialmente, a lei visa proteger a propriedade intelectual de criadores.

A legislação brasileira prevê diferentes níveis de penalidade para este crime, que variam conforme a finalidade da infração cometida. O infrator que age com o intuito de lucro está sujeito a uma pena de reclusão de dois a quatro anos, além de multa, dada a maior gravidade.

A lei também pune a pirataria na internet quando praticada sem objetivo de lucro, aplicando-se uma detenção de três meses a um ano ou multa. A distinção legal reforça a criminalização de qualquer forma de violação autoral, independentemente da obtenção de vantagem financeira.

Pirataria digital é tipificada como um crime cibernético no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de pirataria digital?

A pirataria digital atinge diversas propriedades intelectuais protegidas por direitos autorais. Os exemplos mais comuns são:

Software: envolve a cópia, instalação ou distribuição não autorizada de programas de computador, como usar uma única licença em múltiplas máquinas ou vender e usar cópias falsificadas;

Música: é o download, compartilhamento ou transmissão ilegal de faixas e álbuns protegidos, frequentemente por meio de redes P2P (peer-to-peer) ou plataformas de streaming e download não licenciadas;

Filmes e séries: inclui a gravação, o download, o streaming ou a distribuição de obras audiovisuais sem permissão, geralmente usando sites de torrent, hospedagem ou plataformas ilegais;

Livros e e-books: refere-se à digitalização, reprodução ou distribuição não autorizada de obras literárias e científicas, ocorrendo em sites de compartilhamento de arquivos ou acervos ilegais;

Jogos eletrônicos: consiste na cópia, distribuição e uso ilegal de jogos de videogames para qualquer plataforma, o que pode envolver o download de versões “crackeadas” ou o desvio de sistemas de Gestão de Direitos Digitais (DRM);

Conteúdo online e mídia social: é o uso, repostagem ou monetização não autorizada de materiais digitais como artigos, podcasts, cursos, imagens e vídeos, violando os termos em sites e redes sociais.

Como se proteger da pirataria digital?

Os criadores devem adotar uma abordagem em múltiplas camadas para se proteger da pirataria digital. Isso inclui a aplicação de Gestão de Direitos Digitais (DRM), o uso de marcas d’água para rastrear vazamentos e a proteção legal por meio de registro de direitos autorais.

Os consumidores, por sua vez, devem escolher plataformas e opções legais para consumir conteúdo, apoiando os criadores e tendo uma experiência livre de riscos. É crucial manter atenção em relação à segurança na internet e reportar conteúdos ilegais.

Essa estratégia combinada desincentiva a cópia não autorizada ao dificultar o acesso, permite a identificação de infratores e oferece um caminho seguro e de valor para o consumo legal.

Pirataria de filmes, música e softwares ainda continua em alta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?

Estes são alguns riscos que a pessoa se expõe ao consumir conteúdo pirata:

Infecção por softwares maliciosos: arquivos e plataformas piratas são vetores comuns para vírus, cavalos de troia (trojans) e outros tipos de malware. Eles podem comprometer a segurança do sistema ao executar códigos maliciosos;

Roubo de dados pessoais e fraude: um malware oculto pode visar credenciais de login, senhas e informações de pagamento armazenadas no dispositivo. Isso leva diretamente ao risco de roubo de identidade, acesso indevido a contas e prejuízos financeiros;

Vulnerabilidade de segurança críticas: softwares piratas não recebem as atualizações de segurança e o suporte oficial dos desenvolvedores. Isso mantém o sistema exposto a falhas de segurança conhecidas, aumentando o risco de exploração por hackers;

Instabilidade do sistema e corrupção de arquivos: o conteúdo modificado ou de baixa qualidade pode causar falhas, lentidão e instabilidade no sistema operacional. Há um risco significativo de perda total de dados e corrupção de arquivos importantes;

Risco legal e sanções: apesar de muitas jurisdições ficarem em cima de quem distribui, o ato de baixar conteúdo ilegal pode configurar crime de violação de direitos autorais. O usuário pode ser sujeito a multas e, em casos mais graves, a outras penalidades legais.

É possível combater a pirataria digital?

Sim, existem estratégias para combater a pirataria digital que combinam tecnologia, ações legais e iniciativas focadas no consumidor. O objetivo é tornar o conteúdo digital legal mais acessível, conveniente e atrativo do que as versões pirateadas.

Este embate usa soluções como DRM (Digital Rights Management) e marcas d’água para proteger o conteúdo, além de inteligência artificial para identificar padrões de pirataria. Além disso, são implementadas ações legais como bloqueio de sites e envio de notificações para remover material infrator.

A estratégia é complementada por medidas que envolvem o mercado, como alternativas acessíveis e investimento na educação dos consumidores sobre o impacto da pirataria. A colaboração entre detentores de direitos, plataformas, provedores de internet também é essencial para reforçar as leis e o monitoramento em tempo real.
O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas
Fonte: Tecnoblog

X derruba conta da União Europeia em plataforma de anúncios

X derruba conta da União Europeia em plataforma de anúncios

Elon Musk vs. União Europeia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O X/Twitter removeu o acesso da Comissão Europeia ao painel de controle de anúncios.
A medida ocorre após a plataforma ter sido multada na UE em 120 milhões de euros por violações de transparência digital.
O chefe de produto do X, Nikita Bier, afirmou em post que não se trata de uma retaliação, mas sim uma ação contra a manipulação de anúncios.

O X/Twitter removeu o acesso da Comissão Europeia ao painel de controle para compra e monitoramento de publicidade. O bloqueio ocorre dias após a União Europeia aplicar uma multa de 120 milhões de euros (cerca de R$ 763 milhões) à empresa por violações das regras de transparência digital.

A suspensão da conta de anúncios foi confirmada publicamente por Nikita Bier, chefe de produto do X, em uma publicação feita na noite de sábado (06/12). A medida impede que o órgão executivo da UE impulsione conteúdos ou gerencie campanhas pagas dentro da rede social.

A justificativa oficial da plataforma não cita diretamente a multa como motivo da retaliação, mas aponta para um suposto comportamento indevido da equipe de comunicação do bloco. Segundo Bier, a Comissão teria tentado “tirar vantagem de uma falha” para manipular a forma como links são exibidos e, assim, aumentar artificialmente o alcance das publicações.

The irony of your announcement: You logged into your dormant ad account to take advantage of an exploit in our Ad Composer — to post a link that deceives users into thinking it’s a video and to artificially increase its reach.As you may be aware, X believes everyone should… https://t.co/ziuhUOimOT— Nikita Bier (@nikitabier) December 6, 2025

Acusação de manipulação

A disputa com a Europa gira em torno de uma postagem específica feita pela Comissão Europeia para divulgar a sanção aplicada à empresa. O X alega que o órgão utilizou o sistema de anúncios para postar um link formatado de maneira enganosa, fazendo-o parecer um vídeo nativo para os usuários.

Dirigindo-se à plataforma, Bier afirma que “todo devem ter uma voz igual” na plataforma, e classificou a ação da Comissão como uma tentativa de “enganar usuários” e “aumentar artificialmente o alcance”.

O chefão da companhia, Elon Musk, também iniciou uma série de ataques ao bloco em seu perfil pessoal na rede e, sem citar a punição, disse que o X estaria recebendo um número recorde de downloads na região.

Entenda a multa aplicada pela UE

UE multou o X por infrações contra o DSA (imagem: reprodução)

O bloqueio acontece na esteira de uma punição severa aplicada por Bruxelas na última quinta-feira (04/12). A Comissão multou o X por infringir o Regulamento de Serviços Digitais (DSA), legislação que visa combater a disseminação de conteúdo ilegal e garantir transparência nas plataformas online.

Entre as infrações citadas pela UE, estão a falta de transparência na biblioteca de publicidade da rede social e a decisão da empresa de alterar o significado do “selo azul”: originalmente um indicativo de verificação de identidade, o selo tornou-se um recurso pago, disponível a qualquer membro pagante.

Segundo o jornal Politico, a administração de Donald Trump nos Estados Unidos tem criticado abertamente o DSA e a Lei de Mercados Digitais (DMA), acusando a regulação europeia de discriminar empresas americanas.
X derruba conta da União Europeia em plataforma de anúncios

X derruba conta da União Europeia em plataforma de anúncios
Fonte: Tecnoblog

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela

O iPhone 18 Pro pode trazer uma grande novidade para a linha. Dentre vários relatos sobre aumento de preços e mudanças no design, uma publicação do confiável informante Smart Pikachu no Weibo chama a atenção por dizer que este modelo deve ter um novo sistema de Face ID oculto sobre a tela que pode eliminar ou reduzir o tamanho da Dynamic Island.Na publicação, Smart Pikachu afirma que a Apple está testando um novo tipo de “vidro microtransparente emendado” que deixa os feixes de infravermelho passarem pela tela sem gerar distorções.

Isto significa que o mecanismo de leitura 3D do Face ID poderá ser oculto sob a tela do iPhone 18 Pro sem ocupar espaço útil o tempo todo.Clique aqui para ler mais

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela
Fonte: Tudocelular

É isso… acabou! Redmi 12C e POCO C55 vão parar de receber atualizações

É isso… acabou! Redmi 12C e POCO C55 vão parar de receber atualizações

A Xiaomi começou a encerrar oficialmente o ciclo de atualizações de dois dos seus smartphones mais vendidos na categoria de entrada: o Redmi 12C e o POCO C55. Ambos receberam o patch de segurança de outubro de 2025, marcando o último firmware antes de finalizar o suporte.

A marca confirmou que os modelos atingirão o status EOL (End of Life) em fevereiro de 2026, o que significa que não haverá mais atualizações de sistema ou correções de segurança oficiais. O encerramento desse ciclo é uma etapa planejada para realocar recursos e concentrar esforços de software nos novos modelos da linha de entrada.

O Poco C55 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi 12C está disponível na Mercadolivre por R$ 564. (atualizado em 08 de December de 2025, às 07:58)Clique aqui para ler mais

É isso… acabou! Redmi 12C e POCO C55 vão parar de receber atualizações
Fonte: Tudocelular

Serviço de má qualidade agora pode ser usado como motivo para quebra de contrato sem multas

Serviço de má qualidade agora pode ser usado como motivo para quebra de contrato sem multas

Consumidores de serviços de telecomunicações no Brasil agora contam com uma nova proteção regulatória para cancelar contratos sem multas de fidelização. A medida vale para telefonia fixa, telefonia móvel e banda larga, quando houver queda na qualidade do serviço prestado pela operadora após a contratação.

A mudança acompanha os Selos de Qualidade 2025, divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no último dia 4 de dezembro.Com as mudanças anunciadas pela Anatel, o consumidor brasileiro agora poderá encerrar o vínculo contratual se a operadora tiver seu selo de qualidade rebaixado da categoria A, B ou C para D ou E no ciclo anual seguinte, no mesmo serviço e no mesmo município.Clique aqui para ler mais

Serviço de má qualidade agora pode ser usado como motivo para quebra de contrato sem multas
Fonte: Tudocelular

Fone pirata nunca mais: QCY H3 com ANC e bateria de longa duração em oferta com cupom

Fone pirata nunca mais: QCY H3 com ANC e bateria de longa duração em oferta com cupom

Lançado sob a proposta de unir som imersivo, conforto e tecnologia, o QCY H3 pode ser uma ótima opção para quem está atrás de um headset com cancelamento ativo de ruídos (ANC) e não quer pagar muito.

Alcançando um dos seus menores preços históricos, o fone acaba de chegar a um ótimo valor no Mercado Livre! Com auxílio do cupom MELIPROMOS, o modelo pode ser adquirido nas cores preto, branco, azul e violeta por R$ 228 com pagamento via Pix. Para quem prefere a versão laranja, o preço é um pouco maior: R$ 239. Confira: Headset Qcy H3 Anc Adaptativo Bluetooth 5.3 Multiponto 60h Cor Preto
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Sobre o QCY H3Dono de uma estrutura dobrável que pode facilitar na hora do transporte, o QCY H3 tem haste ajustável e traz almofadas que se adaptam ao formato das orelhas do usuário, garantindo o uso confortável por longas horas.Clique aqui para ler mais

Fone pirata nunca mais: QCY H3 com ANC e bateria de longa duração em oferta com cupom
Fonte: Tudocelular

Steam libera o resgate grátis de 9 jogos! Baixe agora

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Com o período de férias se aproximando, plataformas como Amazon Luna e até mesmo a Play Store do Google começam a liberar uma seleção de jogos grátis para entreter os usuários. Esta semana, o Steam expandiu o catálogo de títulos gratuitos ao liberar o resgate liberado para nove jogos recém-lançados.

A maioria destes jogos chegou ao Steam entre 10 e 23 de novembro de 2025 e já acumula avaliações positivas do público. Os títulos abrangem diferentes gêneros, desde ação e terror psicológico até estratégia e plataformas. Confira abaixo os detalhes de cada jogo.The Last ElixirClique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Linha Infinix Note 60 e Note Edge ganham certificação e um já passou no Geekbench; saiba quais

Linha Infinix Note 60 e Note Edge ganham certificação e um já passou no Geekbench; saiba quais

Próxima linha a ser lançada pela marca, a Infinix Note 60 teve recentemente revelado a informação de que o modelo mais avançado, que terá design em parceria com a Pininfarina, marcando assim o retorno da empresa que ganhou nome no mercado automotivo e já colaborou anos atrás com a Motorola.

Essa notícia, por óbvio, ligou o alerta para novidades relacionadas à linha e isso foi o suficiente para alguns olhares atentos descobrirem que 3 aparelhos da família foram homologados recentemente no SDPPI, órgão vinculado ao Ministério da Comunicação da Indonésia responsável por liberar aparelhos para o país.Como pode ser visto na captura do sistema do SDPPI abaixo, os aparelhos homologados foram o Infinix Note 60, Note 60 Pro e Note Edge, sendo eles respectivamente identificados X6879, X6978 e X6887, sendo essas as únicas informações confirmadas no sistema do órgão.Clique aqui para ler mais

Linha Infinix Note 60 e Note Edge ganham certificação e um já passou no Geekbench; saiba quais
Fonte: Tudocelular

The Boys ganha teaser e data de estreia da última temporada; confira

The Boys ganha teaser e data de estreia da última temporada; confira

Aproveitando sua presença na CCXP deste ano, o Prime Video revelou oficialmente o seu mais novo teaser oficial para a série The Boys, trazendo mais detalhes para a temporada final e, não menos importante, a data de estreia na plataforma de vídeos que é disponibilizada para clientes do Amazon Prime.

Começando pelo final, o teaser que poderá ser visto abaixo confirmou o que foi antecipado pelo ator Karl Urban, interprete do personagem Billy Bruto, em publicação em julho do ano passado, que já entregou que a estreia aconteceria no ano que vem e agora, temos o dia exato: 08 de abril.Com relação ao trailer, temos um vídeo com muita ação e promessa de uma temporada bem movimentada, incluindo o conflito do grupo de mocinhos com a Vought e o Homelander, o retorno de personagens relevantes como o Soldier Boy (Jensen Ackles) e o surgimento de Ryan, filho de Homelander com o rosto ensanguentado e pronto para usar o laser nos olhos.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular