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Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

Meta confirma venda do Oakley Meta Vanguard no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Meta apresentou no Meta Connect o Ray-Ban Meta de 2ª geração, óculos inteligente que pesa 52 g e tem até oito horas de bateria.
O Oakley Meta Vanguard também foi revelado, modelo com foco em esportes que pesa 66 g e tem bateria de até nove horas.
Os preços variam entre US$ 379 e US$ 499, com lançamento previsto em breve no Brasil, mas ainda sem o valor nacional divulgado.

A Meta revelou nesta terça-feira (17/09) dois novos óculos inteligentes: a 2⁠ª geração do Ray-Ban Meta, com design clássico, e o novo Oakley Meta Vanguard, focado em esportes. O anúncio foi feito no Meta Connect, evento realizado na sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia. O Tecnoblog está nos Estados Unidos para conhecer as novidades.

Os preços dos novos óculos variam entre US$ 379 e US$ 499 e ainda não há valores para o mercado nacional, mas a Meta confirmou que ambos os produtos chegam ao Brasil “em breve”.

Ray-Ban Meta de 2ª geração 

Óculos inteligentes da Meta agora traduz em tempo real (imagem: divulgação/Meta)

Com o visual clássico e sem alterações, a nova geração do Ray-Ban Meta traz melhorias internas. A bateria agora deve aguentar até oito horas de uso com carregamento rápido, além de 48 horas extras de carga com o estojo. 

O modelo pesa 52 g e oferece mais de 27 combinações de armação, cores e lentes, com resistência IPX4 que protege contra respingos de água, mas não submersão.

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Ray-Ban Meta de 2ª geração conta com traduções em tempo real (incluindo para o português) e o modo “foco em conversação”, que amplifica a voz do interlocutor e reduz ruídos. A câmera é ultrawide de 12 MP e também grava vídeos em 3K Ultra HD.

Nos EUA e Canadá, o óculos chega custando US$ 379 (cerca de R$ 2.010, em conversão direta) para a versão com lentes padrão; US$ 409 (R$ 2.170) com lentes polarizadas; e US$ 459 (R$ 2.436) para o modelo com lentes Transitions.

Oakley Meta Vanguard

Oakley Meta Vanguard grava vídeo em 122º (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Oakley Meta Vanguard aposta em design esportivo, câmera de ação e integração com apps de fitness como Garmin e Strava. Voltado para atletas, pesa 66 g e foi criado para atividades de alta intensidade, com certificação IP67 contra poeira e água.

O óculos traz alto-falantes abertos de 6 dB, mais potentes que o anterior Oakley Meta HSTN, além de cinco microfones. A bateria deve durar até nove horas, com estojo que fornece mais 36 horas de carga. 

Oakley Meta Vanguard tem integração com relógios da Garmin (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ele conta com 32 GB de armazenamento interno, suficiente para cerca de 1.000 fotos ou 100 vídeos de 30 segundos. A câmera é de 12 MP e grava em 3K a 30 FPS, com suporte a modos de câmera lenta e hyperlapse. 

Além disso, a integração com o Meta AI permite a exibição de métricas de desempenho em tempo real. O preço sugerido é US$ 499, em quatro combinações de armação e lentes, com pré-venda aberta no site da Meta e da Oakley. O lançamento é previsto para 21 de outubro.

Novidades do software

Uma nova ferramenta ajuda a focar nas conversas com as pessoas do seu dia. No exemplo citado por Mark Zuckerberg, um jantar com amigos ficaria mais interessante quando os óculos reduzem o volume do ambiente. Isso se dá por causa dos alto-falantes posicionados perto dos ouvidos.

Já a função de Live AI, como o nome sugere, habilita a Meta AI num modo permanente de conversa. O sistema observa o ambiente, dá sugestões e orienta o usuário sobre os próximos passos de qualquer tarefa. O funcionamento em si lembra bastante o Gemini Live, do Google, atualmente disponível para todos os consumidores.

Relembre o lançamento do Ray-Ban da Meta

Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite da Meta
Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley
Fonte: Tecnoblog

Zoom terá avatares realistas de IA para videochamadas

Zoom terá avatares realistas de IA para videochamadas

Zoom já usa avatar de IA em vídeos curtos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Zoom lançará avatares realistas de IA para videochamadas, permitindo que usuários participem sem aparecer na câmera.
A ferramenta estará disponível para o Zoom Workplace em dezembro, com autenticações ao vivo para evitar fraudes e avisos de avatar de IA na tela.
O CEO Eric Yuan prevê um futuro com clones digitais de IA para participar de reuniões em nome dos usuários.

O aplicativo de reuniões Zoom anunciou uma ferramenta para criar um avatar realista do usuário com auxílio de inteligência artificial. A ideia é que ele funcione como um “filtro” em videochamadas, para que a pessoa possa participar sem a necessidade se arrumar.

Para criar o avatar, o usuário precisará tirar uma foto diretamente no app ou fazer o upload de uma imagem salva. Depois, o programa se encarregará de transformá-la em um modelo de vídeo.

O usuário, então, poderá participar da chamada como faria normalmente, mas em vez de sua imagem ser exibida, o que vai aparecer é o personagem de IA. Ele será capaz de reproduzir até mesmo movimentos e expressões faciais, bem como “vestir” diferentes roupas para ocasiões profissionais.

Segundo a desenvolvedora, o recurso deve ser disponibilizado para usuários da plataforma colaborativa Zoom Workplace em dezembro. O software terá “autenticações ao vivo pela câmera” para garantir que o usuário não esteja se passando por outra pessoa. Além disso, haverá um aviso na tela para indicar que a imagem se trata de um avatar de IA.

CEO do Zoom vislumbra um futuro com “clones de IA”

O Zoom aposta muito em inteligência artificial. Desde outubro de 2024, o aplicativo oferece uma ferramenta de avatares mais simples, que funciona apenas para mensagens curtas pré-gravadas, sem participar ao vivo das reuniões.

Um dos grandes entusiastas do assunto é Eric Yuan, CEO e fundador da empresa. Em maio de 2025, bem antes do anúncio da ferramenta, ele participou de uma reunião com investidores usando um avatar de IA.

Avatar de IA de Eric Yuan apresentou investimentos do Zoom em IA (imagem: reprodução)

E isso pode ser só o começo. Yuan acredita que, no futuro, as pessoas terão clones digitais, baseados em modelos personalizados de IA. Esses clones poderiam participar de reuniões e enviar ao humano um resumo do que foi discutido.

“Toda manhã, quando eu acordar, uma IA vai me dizer, ‘Eric, você tem cinco reuniões hoje. Você não precisa participar de quatro dessas cinco. Você só precisa participar de uma. Você pode mandar uma de suas versões digitais [para as outras reuniões]’”, explicou Yuan ao podcast Decoder em junho de 2024.

Enquanto os clones não chegam, pelo menos poderemos participar de videochamadas usando pijama, sem pentear o cabelo ou fazer a barba.

Com informações do Zoom, do Verge e do TechCrunch
Zoom terá avatares realistas de IA para videochamadas

Zoom terá avatares realistas de IA para videochamadas
Fonte: Tecnoblog

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook Pro mais recente é de novembro de 2024 (imagem: Divulgação)

Resumo

A Apple planeja lançar um MacBook Pro com tela OLED sensível ao toque, previsto para produção no final de 2026.
Um novo MacBook de entrada usará o chip A18 Pro, do iPhone 16 Pro, com desempenho semelhante ao chip M1, mas sem suporte a portas Thunderbolt e com 8 GB de RAM.
A Samsung fornecerá os painéis OLED, e a mudança visa aproximar a experiência de uso entre MacBooks e iPads.

A Apple pode estar preparando uma nova geração do MacBook Pro com tela OLED sensível ao toque. O modelo, porém, só entraria em produção no fim de 2026. Os dispositivos usariam uma tecnologia que integra os sensores de toque na camada superior da tela, sem precisar de uma camada separada

As notícias são do analista Ming-Chi Kuo, especialista em cadeias de suprimentos que frequentemente traz previsões sobre futuros produtos da Apple.

Vale lembrar que este também seria o primeiro MacBook com tela OLED, tecnologia já presente em iPhones e iPads. Segundo o site coreano The Elec, a Samsung fornecerá os painéis dos novos laptops.

Por que a Apple vai colocar tela touch no MacBook?

O analista avalia que a mudança parece refletir “as observações de longa data da Apple sobre o comportamento de usuários de iPad, que indicam que, em certos cenários, controles por toque podem melhorar a produtividade e a experiência”.

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)

As telas touch podem ser mais um passo para aproximar o Mac e o iPad. O mais recente foi o lançamento do iPadOS 26, que adicionou vários elementos típicos de desktop à interface do tablet, como janelas redimensionáveis e barras de menu.

Mark Gurman, jornalista da Bloomberg e especialista em bastidores da Apple, disse em junho que espera que iPads e Macs tenham telas sensíveis ao toque, interfaces parecidas e rodem os mesmos apps.

Curiosamente, a Apple é praticamente a única das grandes fabricantes de computadores que não aderiu a esse formato de laptop. Em 2012, Tim Cook, CEO da Apple, declarou que a convergência entre produtos poderia acabar desagradando a todos.

Só para Pro

Kuo também afirma que o MacBook Pro deve ser o primeiro laptop da Apple a adotar uma touchscreen. Antes disso, ele aponta que a empresa lançará um novo MacBook de entrada com tela convencional.

Esse modelo “baratinho” deve usar o chip A18 Pro, do iPhone 16 Pro, como forma de reduzir custos. Mesmo assim, testes indicam que o desempenho será semelhante ao do chip M1, lançado em 2020. Por outro lado, o A18 Pro não tem suporte a portas Thunderbolt e vem apenas com 8 GB de RAM.

Com informações do MacRumors e do Verge
MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar
Fonte: Tecnoblog

O que é broadcast? Entenda como funciona a transmissão de sinal de TV e rádio

O que é broadcast? Entenda como funciona a transmissão de sinal de TV e rádio

Conheça os pontos positivos e negativos do broadcast (imagem: Antonino Visalli/Unsplash)

Broadcast é a transmissão de sinais de áudio e vídeo para um público amplo. Essa tecnologia permite que a mesma mensagem chegue a diversos receptores ao mesmo tempo, utilizando ondas eletromagnéticas, cabos ou a internet.

O funcionamento do broadcast se baseia na emissão de um sinal a partir de um único ponto para múltiplos receptores. Um remetente envia os dados (áudio, vídeo), captados por antenas ou decodificadores, que os convertem novamente em som e imagem para o consumo.

O uso mais comum do broadcast é na TV e no rádio, mas a tecnologia também é utilizada em eventos ao vivo pela internet (lives) ou em redes corporativas para distribuir informações. Ela permite que milhões de pessoas recebam o mesmo conteúdo em tempo real.

A seguir, entenda melhor o conceito de broadcast, para que serve a tecnologia e como ela funciona. Também saiba os pontos fortes e fracos desse modo de transmissão de sinais.

ÍndiceO que é broadcast?O que significa broadcast?Para que serve o broadcast?Como funciona o broadcast?Qual é a história do broadcast?Quais são as vantagens do broadcast?Quais são as desvantagens do broadcast?Existem alternativas ao modo broadcast?Qual é a diferença entre broadcast e live broadcast?Qual é a diferença entre broadcast e broadband?

O que é broadcast?

Broadcast é a tecnologia de transmissão de conteúdo de áudio e vídeo de um único ponto para múltiplos receptores, alcançando inúmeras pessoas. Isso inclui mídias tradicionais, como televisão e rádio, e plataformas digitais como streaming, distribuindo informações, entretenimento e publicidade para o público.

O que significa broadcast?

O termo inglês “Broadcast” pode ser traduzido para o português como “transmissão” ou “comunicação”. Ele se refere ao ato de transmitir um programa ou alguma informação por meio de rádio ou televisão.

O broadcast pode ser feito a partir de pequenos estúdios (imagem: DLXMedia/Unsplash)

Para que serve o broadcast?

O broadcast possibilita transmitir conteúdo para um público amplo e simultâneo, usando mídias como TV, rádio e streaming. Sua função é propagar informações e entretenimento de forma rápida, alcançando diversas pessoas ao mesmo tempo, independentemente de onde elas estejam.

Além disso, o broadcast é uma ferramenta de publicidade que fortalece a presença de uma marca, constrói comunidades e conta histórias de forma envolvente. Ao criar uma conexão emocional com o público, as transmissões tornam a mensagem mais memorável e ajudam a diferenciar uma marca no mercado.

Como funciona o broadcast?

O broadcast funciona como uma forma de radiodifusão de conteúdo, enviando a mesma informação simultaneamente para múltiplos receptores. Esse processo começa na fonte, que gera o conteúdo, e o distribui por meio de canais como ondas eletromagnéticas ou redes digitais, atingindo um público amplo em tempo real.

Essa transmissão pode ocorrer de forma analógica (TV e rádio) ou digital, usando a infraestrutura da internet. No broadcast tradicional, os sinais são enviados por antenas, enquanto em redes digitais, o conteúdo trafega por cabos ou Wi-Fi, permitindo que a mesma informação chegue a dispositivos como televisores e smartphones.

A essência do broadcast é a eficiência na distribuição de um sinal “um-para-todos”, eliminando a necessidade de conexões individuais. O receptor somente precisa sintonizar o canal/estação ou acessar o serviço para receber a transmissão, sem a necessidade de um pedido de conteúdo prévio.

As transmissões de imagem e som podem ocorrer a partir de ondas eletromagnéticas transmitidas por antenas (imagem: Stephan Hinni/Unsplash)

Qual é a história do broadcast?

A história do broadcast começa no século XIX com o telégrafo sem fio, que permitiu as primeiras comunicações à distância. No início do século XX, o rádio surgiu como o primeiro meio de massa, e logo a televisão se popularizou, transformando a forma como as pessoas consumiam notícias e entretenimento.

A TV se tornou um meio poderoso de comunicação, operando inicialmente com tecnologia analógica. A expansão do cabo permitiu uma programação mais segmentada, oferecendo mais opções aos espectadores e mudando o cenário da mídia globalmente.

A revolução digital marcou o início de uma nova era, melhorando a qualidade de som e imagem na rádio e na TV. Já a chegada da internet impulsionou o streaming de dados, democratizando ainda mais o acesso às informações e transformando a indústria.

Com o surgimento do streaming, o conteúdo passou a ser entregue sob demanda, competindo com a programação linear e tradicional. Essa nova dinâmica de consumo forçou a indústria a se adaptar, focando em plataformas e serviços que atendem às preferências individuais dos usuários.

O futuro aponta para a TV 3.0, que promete integrar a transmissão aberta com personalização do streaming, oferecendo uma experiência híbrida. Esse modelo representa a próxima grande etapa na evolução do broadcast, unindo o sinal tradicional com as possibilidades da internet.

Considerada como “TV do futuro”, TV 3.0 será o novo padrão para TV digital aberta no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do broadcast?

O broadcast oferece várias vantagens importantes para os usuários. Algumas delas são:

Amplo alcance: atinge um público massivo em diferentes áreas geográficas e demográficas, permitindo que uma única mensagem chegue a milhões de pessoas ao mesmo tempo;

Acesso democrático: acessível para um vasto espectro demográfico, oferecendo uma comunicação inclusiva. Mesmo em áreas remotas, o broadcast pode ser a única fonte de informação e entretenimento disponível;

Imediatismo: é uma ferramenta eficaz para transmitir notícias de última hora e alertas de emergência, garantindo que as informações cheguem ao público de forma instantânea e permitindo uma resposta rápida;

Conexão emocional e comunitária: a natureza íntima das mídias como o rádio ou a TV pode criar uma forte conexão emocional com o público. Essa proximidade promove um maior senso de comunidade e torna as mensagens mais envolventes;

Conscientização e educação pública: desempenha um papel importante na educação e conscientização sobre questões sociais, de saúde pública, ambientais e políticas. Ao ser uma fonte de informação confiável, o broadcast contribui para a formação de uma população mais informada e engajada.

Quais são as desvantagens do broadcast?

Apesar dos diversos pontos positivos, estes são os pontos fracos do broadcast:

Alto custo e complexidade: a infraestrutura de transmissão (torres, antenas, satélites) exige um investimento financeiro considerável e recursos técnicos especializados;

Falta de segmentação: em alguns casos, o conteúdo transmitido é direcionado a um público amplo e genérico. Isso dificulta a segmentação precisa de nichos de mercado, públicos-alvo específicos ou grupos demográficos;

Comunicação unidirecional: é essencialmente uma comunicação de mão única. Não há um canal de feedback imediato, impedindo a interação direta ou a coleta de dados sobre a resposta do público em tempo real;

Vulnerabilidade a interferências: fatores como condições climáticas adversas e obstruções físicas podem enfraquecer ou interromper o sinal de algumas transmissões, afetando a qualidade e a consistência do serviço;

Latência: mesmo em transmissões digitais, há um processamento entre a captura e a exibição do conteúdo. Essa latência pode ser um problema significativo para eventos ao vivo ou em aplicações que exigem comunicação em tempo real.

Apesar do broadcast fazer a mensagem a chegar a inúmeras pessoas, sua segmentação pode ser mais difícil de ser realizada (imagem: Mike Meeks/Unsplash)

Existem alternativas ao modo broadcast?

Sim, existem diferentes modos de transmissão de sinal além do broadcast. Alguns deles são:

Unicast: transmissão direta e privada de um remetente para um único destinatário. É usado para conexões ponto a ponto, como o acesso a um site, o download de um arquivo ou uma chamada de vídeo;

Multicast: envia um único fluxo de dados para um grupo de destinatários específicos de forma simultânea. Essa modalidade é ideal para serviços de streaming de vídeo, jogos online e videoconferências em grupo;

Anycast: permite que o mesmo endereço IP seja compartilhado por múltiplos servidores em diferentes locais. O tráfego é roteado automaticamente para o servidor mais próximo, melhorando a velocidade e a confiabilidade dos serviços;

Geocast: envia informações para um grupo de destinatários localizados em uma área geográfica específica. É muito usado para sistema de alerta de trânsito ou notificações de emergência baseadas na localização do dispositivo.

Qual é a diferença entre broadcast e live broadcast?

Broadcast é um termo da telecomunicações usado para se referir ao envio de conteúdo de áudio, vídeo ou dados para um público. Esse conteúdo pode ser tanto ao vivo quanto pré-gravado, como um filme na TV ou um programa de rádio já editado.

Já o live broadcast é um tipo específico de broadcast, onde o conteúdo é transmitido em tempo real, à medida que o evento acontece. Isso cria um senso de imediatismo, como em um jogo de futebol ou um noticiário que está sendo transmitido no exato momento.

Qual é a diferença entre broadcast e broadband?

Broadcast é a transmissão de um único sinal de fonte para múltiplos receptores simultaneamente, como uma transmissão de rádio ou TV. O mesmo conteúdo é enviado para todos os aparelhos de uma só vez, mas sem a possibilidade do receptor enviar algo de volta.

Broadband é a transmissão de dados em alta velocidade por meio de múltiplos canais em uma mesma rede. Ele permite uma comunicação interativa de duas vias, onde o receptor pode tanto receber informações quanto enviar dados.
O que é broadcast? Entenda como funciona a transmissão de sinal de TV e rádio

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Fonte: Tecnoblog

Gboard: ferramentas de escrita com IA pode chegar a aparelhos Android mais antigos

Gboard: ferramentas de escrita com IA pode chegar a aparelhos Android mais antigos

Ainda no último mês de agosto, quando lançou a linha Pixel 10, o Google aproveitou o evento para anunciar diversos recursos de inteligência artificial (IA) que chegariam junto aos novos aparelhos. Agora, um deles pode chegar a dispositivos mais antigos: as “ferramentas de escrita” do Gboard.Como o nome já deixa claro, as ferramentas de escrita reúnem um conjunto de funções auxiliadas por IA que podem ajudar o usuário a revisar, mudar o tom, ‘emojificar’, detalhar, encurtar ou simplesmente revisar um texto escrito com o Gboard. É como se fosse o Grammarly embutido no teclado do aparelho.

Primeiro disponível na linha Pixel 10, a novidade acabou desembarcando também em dispositivos um pouco mais antigos, a exemplo da linha Pixel 9, e até em celulares de outras marcas – como o Google bem divulga em uma lista oficial.Clique aqui para ler mais

Gboard: ferramentas de escrita com IA pode chegar a aparelhos Android mais antigos
Fonte: Tudocelular

Amazon pode lançar óculos de Realidade Aumentada até 2027

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O mercado de Realidade Aumentada (AR) está cada vez mais movimentado, e acaba de ganhar um novo participante. Enquanto a Meta já se prepara para lançar seus primeiros óculos ainda este mês, a Amazon surge como forte candidata na disputa por espaço nesse mercado a partir de 2026.

Segundo informações, a empresa estaria desenvolvendo dois modelos distintos, com propostas que vão do uso profissional ao entretenimento para o consumidor final. Logo, assim como suas frentes de negócio, a Amazon por estar preparando um óculos com foco em B2B e outro B2C.

Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

PS5 recebe atualização que traz Power Saver e DualSense multiplataforma

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A Sony liberou nesta quarta-feira (17) uma nova atualização de software para o PlayStation 5, trazendo dois recursos que vinham sendo bastante aguardados pelos jogadores o modo de economia de energia Power Saver e a possibilidade de usar o DualSense — ou o DualSense Edge — em até quatro dispositivos ao mesmo tempo.

É interessante destacar que o Power Saver reduz o consumo do console durante partidas sem comprometer drasticamente a qualidade gráfica ou a taxa de quadros. Segundo a Sony, apenas jogos que receberem suporte específico poderão usar o recurso para otimizar a jogabilidade.

Clique aqui para ler mais

PS5 recebe atualização que traz Power Saver e DualSense multiplataforma
Fonte: Tudocelular

Wacom One 14 é lançada com tela maior e preço mais acessível

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A Wacom expandiu sua linha de tablets com o lançamento do Wacom One 14, dispositivo de entrada que aposta em uma tela maior e preço competitivo para conquistar estudantes e designers iniciantes.

O novo modelo chega com painel de 14 polegadas, mantendo o formato leve e compacto para ser transportado facilmente em mochilas, mas oferecendo mais espaço de trabalho do que as versões One 12 e One 13, apresentados pela marca em 2023.

Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Galaxy S26 Ultra: novo rumor aponta que celular pode ser lançado com Exynos 2600

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A cada nova geração da linha Galaxy S, cresce a expectativa sobre qual plataforma equipará os topos de linha da Samsung. E, segundo rumores recentes, o aguardado Exynos 2600, fabricado no processo de 2 nm da própria sul-coreana, pode marcar presença não apenas nos modelos S26 Pro e S26 Edge, mas também no poderoso Galaxy S26 Ultra.

Este novo vazamento publicado pelo jornal Korea Herald vai contra as previsões anteriores e deixa especialistas divididos. Caso se confirme, será a primeira vez em quatro anos que um modelo Ultra da Samsung volta a usar um chipset Exynos, algo que não ocorre desde o Galaxy S22 Ultra.

Clique aqui para ler mais

Galaxy S26 Ultra: novo rumor aponta que celular pode ser lançado com Exynos 2600
Fonte: Tudocelular

iPhone Air

iPhone Air

iPhone Air (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No dia 09 de setembro a Apple apresentou a sua nova geração de celulares: o iPhone 17, o iPhone 17 Pro e o inédito iPhone Air. Esse novo modelo trouxe inovações de engenharia, além de um visual que chamou bastante a atenção.

Mas será que a Apple conseguiu entregar algo realmente novo? O iPhone Air inaugura uma categoria ou é só mais uma variação? A gente discute tudo isso já, já.

Participantes

⁠⁠Thiago Mobilon⁠⁠

⁠Filipe Espósito⁠⁠

⁠⁠Thássius Veloso⁠⁠

⁠Emerson Alecrim⁠

Vaga de Produtor(a) Audiovisual aberta para trabalhar no Tecnocast!

Acesse o site e veja se você tem o perfil que o Tecnocast precisa: ⁠⁠https://tecnoblog.net/vaga/produtora-de-podcast/⁠⁠

Créditos

Edição e sonorização: ⁠Maremoto⁠

Arte da capa: ⁠⁠Vitor Pádua

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Fonte: Tecnoblog